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Dos "Quase humanos" Parantropus ao Homo habilis:

O inglês antropologista Louis Leakey e sua esposa Mary, começaram em 1931a pesquisar os desfiladeiros de Olduvai na Tanzânia, ex-Tanganica, descobrindo numerosos ossos de animais e artefactos de pedra lascada, sem contudo encontrarem ossos "humanos" até que, volvidos quase 3 décadas, em 1959 deram com um esqueleto a que chamaram Zinjantropus boisei ("Homem da Tanzânia de Charles Boise", sendo Charles Boise o financiador das pesquisas) e que, mais recentemente foi rebaptizado de Parantropus boise (" Quase Homem...) e reconhecido ser o representante do último Australopithecus, o Austalopithecus robustus.
No ano seguinte descobriram o crânio e os ossos de uma mão de outro candidato a ser humano, com características físicas diferentes do Parantropus boise: Era mais pequeno, embora com um cérebro de idêntico volume (600 cm3), e omnívoro, ao contrário do Parantropus que era maioritariamente vegetariano)

Em 1964, Louis Leakey, Philip Tobias, (África do Sul), e John Napier (inglês) classificam-no de Homo habilis ("Homem hábil"), e a ele atribuíram a posse das ferramentas de pedra lascada encontrados.

Onde estás, Homo sapiens neanderthalensis? A Criança de Lapedo
De entre os Homo xxx que desapareceram, um dos mistérios que continua a intrigar a comunidade científica é saber o que sucedeu ao Homem Neandertal.

Parte de um crânio deste homem primitivo, considerado um sapiens,  foi encontrado em 1857 numa gruta no Vale Neander, na Alemanha, (Anteriormente, idêntico achado, à altura não identificado, tinha sido feito em Gibraltar). Outros fósseis foram encontrados predominantemente no centro e no sul da Europa, mas também apareceram no Norte da África, e no Médio Oriente. Tinha uma orla orbital acentuada, uma face larga, maxilares projectando para a frente, uma testa baixa e um volumoso nariz «à Charles de Gaulle», e um cérebro com cerca de 150cm3 a mais que o dos humanos modernos.

Se existisse hoje, seria classificado como um homem de grande arcaboiço. Conviveu com outros Homo erectus e descendentes, com os quais se teria misturado e cruzado já que  teria uma constituição genética parecida, antes de se tornar misteriosamente extinto no fim da Idade do Gelo. Não teria uma fala tão evoluída como o Homo sapiens, e não se conhecem objectos artísticos que tenha produzido, contudo, prestava culto aos mortos os quais eram enterrados. Não se sabe se derivou do Homo erectus ou se era uma espécie paralela. 

Em 1998, o arqueólogo português João Zilhão encontrou uma criança fóssil (A Criança de Lapedo) de cerca de 4 ou 5 anos de idade à altura da morte, datado de cerca de 24 500 anos, no Lagar Velho 1, Vale do Lapedo, a uns 150 quilómetros ao norte de Lisboa, que se supõe ser um descendente de um cruzamento entre um Neandertal e uma outra espécie de Homo sapiens.

Admite-se que o Sapiens Sapiens no seu avanço pela Terra encontrou outros Homos xxx e contribuiu para o desaparecimento de vários, incluindo o Homem de Neandertal. Não é difícil aceitar esta teoria porque num passado relativamente recente teve-se vários exemplos de "limpeza étnica" em que sociedades humanas foram praticamente eclipsadas por outras.

O Homem de Java, antigamente classificado como Pithecanthropus erectus
Contemporâneo do Homem Neandertal havia o Homem de Java. Vários fósseis foram encontrados, mas o primeiro destes foi  descoberto por Eugene Dubois em 1891, perto de Trinil, Java. O fóssil consistia de partes do crânio, (ossos frontal e parietal), um fémur, que não está confirmado ser do mesmo indivíduo, e três dentes. Com cerca de 1,5 metros de altura e cérebro pequeno, de 1000 cm3, também se tornou extinto. Pode ser um antecessor do...
 


Comparando o crânio do Homo sapiens (maior) com  o  do Homo floresiensis.

Homo floresiensis:  
Em Outubro de 2004 foi revelado o achado 
feito ( Setembro de 2003 por Thomas Sutikna, Mike Morwood e Richard Roberts), de uma extinta espécie  humana, na  gruta de Liang Bua nos planaltos do nordeste da ilha das Flores, Indonésia, e que lá  teria vivido há cerca de 18 mil anos.
Com cerca de um metro de altura, este Homo floresiensis tinha uma cabeça muito pequena e um cérebro
com cerca de 380 cm cúbicos.
Deram-lhe a «alcunha» de Hobbit. Manipulava o fogo, tinha ferramentas e armas de pedra e caçava em grupo,
o que mostra que era uma criatura inteligente. Pensa-se que teria derivado do Homo erectus, emigrado de Java há uns 800 000 anos. Teria coexistiu com o Homo sapiens e, provavelmente, morreu dizimado por fenómenos de natureza vulcânica. 

Nessa ilha faz parte da tradição local (onde se encontram igualmente pigmeus) a referência a um misterioso e extinto homem pequeno das cavernas. Como sucedeu no caso da Criança Taung, há cientista cépticos acerca desta nova espécie humana.

Guerra, escravatura, canibalismo e prazer?

Não é só nos tempos modernos que o homem dizima, por prazer ou necessidade, animais, plantas, a natureza e o seu semelhante.

O canibalismo é vulgar entre seres vivos, dos minúsculos invertebrados aos animais de grande porte. O homem foi (e continua a ser em certos aspectos) um animal selvagem e, como tal,  tem impregnado no seu DNA  o "gene pré-histórico do canibalismo", e ainda mantém esse vício, quer esteja em florestas tropicais do 3º mundo ou viva nas florestas modernas de betão armado das nossas cidades cosmopolitas, como não raramente se lê no jornal casos de assassinos que comeram as suas vítimas.

As várias espécies de hominídeos que nos precederam, com diferentes graus de desenvolvimento, eram mais propícios a caçarem-se mutuamente do que a terem convívios amigáveis e, ao entrarem em contacto, tentavam matar os "machos" e comê-los, roubavam os seus parcos apetrechos, raptavam as suas "crias" para escravos, e as "fêmeas" para parceiras de prazer.
Ainda hoje temos não só várias tribos humanas que matam e comem seres humanos, macacos, símios, gatos, etc, assim como temos os chimpanzés (os nossos parentes mais próximos) que, caçam e comem macacos  pequenos, e há macacos, como o macaco cão, que caçam pequenos animais, incluindo aves.

Essas lutas fratricidas e mortíferas, e os  acasalamentos forçados teriam criado não só híbridos ( Não esquecer que  a "bestialidade", uma actividade sexual praticada pela espécie humana, sempre existiu, e que é possível cruzar diferentes tipos de animais, por exemplo, cavalo com burra dando uma mula que na maior parte das vezes é estéril ou o leão com  tigre gerando um ligre, etc, ), como teriam contribuido para o desaparecimento de inteiras espécies.

Evolução? Uma possível árvore genealógica:

Há várias opiniões, muitas vezes contraditórias, sobre a cadeia de reacções que gerou o homem, e de como o homem primitivo e algumas versões do "homem moderno", há 75000 ou 100000 (ou há muito mais tempo) anos teriam emigrado de África Oriental para o resto do mundo, e de como interagiram com outros descendentes ou antecessores do Homo erectus dessas zonas. Vários Australopithecus conviveram, por alguns milhões de anos, com o Homo habilis e erecto.

Estranhamente, a passagem do homem não erecto a erecto era atribuída, por muitos estudiosos, a uma necessidade de protecção contra predadores quando os hominídeos transitaram da vida na floresta para a da savana. Há uma enorme variedade de seres vivos tão velhos quanto os humanos que partilham conflituosamente a savana e ainda não caminham erectos: porque não tomaram todos, ou a maioria, as mesmas soluções ideais de sobrevivência?

Admite-se agora que vários tipos de homem moderno, perto do sapiens, eclodiram em várias partes do mundo independentemente uns dos outros, mas quase que em sincronismo. É a partir deste novo conhecimento científico que se crê que a evolução do homem se deve mais a um "relógio genético" (que continua a trabalhar silenciosamente) do que à influência do meio ambiente (embora não se descarte a possibilidade de que certos factores  químicos, incluindo radioactivos, no habitat e/ou na cadeia alimentar, possam ter alterado os genes de uma forma irreversível e assim hereditária), e que os sobreviventes foram aqueles em que as mudanças biológicas mais adequadamente se adaptaram ao meio em que viviam.

Há igualmente a tendência para se dizer que um animal tem certas características para se adaptarem ao meio, mas não poderá ser que eles têm um certo comportamento para fazerem o melhor uso possível daquilo com que a natureza lhes ofereceu? Compare-se o bico do papagaio e o da águia. São muito parecidos mas estes animais têm modos alimentares totalmente diferentes. Os penguins não gostariam de usar as suas asas para voar como o fazem outras aves marítimas que com eles compartilham o mesmo ambiente? Como não podem voar, fazem delas o melhor que podem e usam-nas como barbatanas. Porque vivem cobras venenosas e não venenosas nas mesmas áreas?

Jamais será possível encontrar a verdade e os cientistas apenas podem conjecturar hipóteses, ao gosto deles, adaptadas aos achados que vão desenterrando, já que, como afirmou Napoleão Bonaparte (1769 - 1821), "História,  é uma  versão de acontecimentos do passado sobre a qual algumas pessoas decidiram concordar", sendo esta definição igualmente aplicável ao mundo científico. Em relação aos primatas que existem hoje no planeta, a árvore  diagrama que se segue, estabelece uma plausível corrente na evolução, mas nela não estão representados todos os estágios conhecidos, e é apenas uma das muitas propostas por antropologistas. É lógico que temos de admitir que a "sopa orgânica primordial", uma consequência do hipotético "Big Bang", terá sido a fonte de todos os seres vivos: plantas, animais incluindo o homem, e outras estruturas orgânicas existentes.

Parece ter sido no mioceno (25 a 12 milhões de anos atrás) e no plioceno (12 a 2 milhões de anos atrás) que os macacos, os símios e os primeiros hominídeos se começaram a diferenciar e a ramificar.

Os "milhões de anos" acabados de serem referidos acima e os representados na árvore abaixo são suspeitos, pois os cientistas não concordam na divisão que fazem das Épocas Geológicas (Holoceno, Plistoceno, etc), ou dos Períodos Históricos (Pré-paleolítico, etc) ou das Eras Glaciares!
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Os nossos "primos" e nós

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Alguns Australopithecus (boisei, crassidens, aethiopicus, etc), receberam o nome de Paranthropus, que significa quase humanos.

Fósseis de Aegyptopithecus, que por vezes aparece escrito Egyptopithecus, e de Propliopithecus foram encontrados  no Egipto e, em 1906, em Fayumna Etiópia. Pensa-se que andaram pelo mundo 30 milhões de anos atrás e que descenderam de um pequeno comedor de insectos, parecido com um rato, que vagueou pela Terra 70 milhões de anos atrás.

O mais antigo primata,  que se conhece, representante deste "rato", é o Purgatorius, que teria vivido no final do mezozóico, no Cretácico, par a par com os últimos dinossauros, aos quais sobreviveu.

Alguns fragmentos de ossos dos seus maxilares foram encontrados, em 1965, por L. Van Valen e R. E. Sloan, na região das Montanhas Rochosas,  na "colina do purgatório" (em inglês, purgatory hill) e noutras localidades como, Harbicht Hill - Garbani e Bug Creek, na América do Norte. Teria o tamanho de um pequeno rato caseiro, mas com 44 dentes, vivendo nas árvores e alimentando-se de insectos.


O Purgatorius podia ter este aspecto

Como se indicou, pensava-se ser a Europa e a Ásia o berço da humanidade, porque foi ali (e no continente Americano), que se encontrou a maioria dos fósseis (Homo erectus, Neandertal, sapiens) com características físicas e sociais mais perto do Homo sapiens sapiens. Agora, e até ver, em função da quantidade e "velhice" de fósseis encontrados, passou a optar-se por África, onde existe um manancial de nossos antepassados mais remotos, os homo habilis, os homo rudolfensis, os Australopithecus e sub-espécies como o paranthropus, etc, mas...

É preciso frisar que expressões como "descendemos de macacos ou de símios" ou " nascemos em África " ou " temos uma mãe comum que viveu em África" são frases altamente questionáveis ... e porque será que preferimos dizer que descendemos de símios e não de uma ratazana (um primo do Purgatorius) que veio não se sabe donde? Há duas hipóteses: ou é por puro pedantismo (mal por mal, antes ter por "avô" um inteligente macaco do que um manhoso rato) ou é por honestidade científica porque se, com muita imaginação, é possível idealizar uma aceitável rota até aos Australopithecus mais antigos, é extremamente difícil, se não impossível, recuar a partir desse ponto.

Não devemos esquecer que o mapa terrestre  actual resultou da fragmentação duma enorme massa de terra, que acabou formando os continentes, Europa, Ásia, África, Austrália, Americas, Árctico, e Antárctico. É provável que antes da fragmentação, o mesmo tipo de vida (de várias espécies) existisse sobre grande parte da terra e essa fragmentação a dispersou e aprisionou em cada continente (Por exemplo, a índia de hoje já foi parte de África) . Poderosas forças locais geológicas  das quais não podemos ignorar os  elementos radioactivos e produtos químicos podem ter alterado geneticamente de uma maneira progressiva, ou regressiva, muitos desses seres vivos.

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De acordo com um antropólogo, "Os Australopithecus  além de terem características de símios , mostraram poder entrar no clube "humano" por terem ossos adaptados para uma postura erecta,  um caminhar confortável sobre duas pernas, terem dentes caninos pequenos, maxilares ligeiros sem diastema, mãos desapropriadas para andarem sobre o nó dos dedos, mas  eficazes para agarrarem e manipularem objectos com precisão".

Nota: Na conferência inglesa a palavra usada foi ape = símio. Em português há a tendência para confundir símios (apes) abrangendo os orangotangos, os chimpanzés, os gorilas e os gibões, com macacos (monkeys), que são dois grupos distintos de primatas. Fósseis indicam que os macacos, do Novo Mundo (América Central e do Sul) e do Velho Mundo (África e Asia), apareceram na escala de evolução muito antes dos símios e humanos, e divergiram destes.

Uma das características que diferenciam os símios dos macacos, é que os símios não têm cauda, ao contrário dos macacos que a têm, com a excepção do macaco de Berberie (ou Berberia), um macaco oriundo do Norte de África, a que os ingleses chamam Barbary-ape e Barbary Macaque, (para os Espanhóis é o  Mono Bereber, ou Mono de Berberia ou Magot, etc), que vive em Gibraltar e no nordeste de África. Este macaco é, cientificamente, um "Macaca sylvanus".

Segundo uma lenda, Gibraltar estará sob domino Britânico enquanto lá viverem estes macacos. Por isso, quando quase foram dizimados durante a Segunda Guerra Mundial, os Ingleses apressaram-se a importá-los do Norte de África e a repovoar Gibraltar com eles.

Algumas breves definições:
Primatas: um grupo de mamíferos que inclui cerca de 180 espécies, e que podem se divididos em duas subordens: os prossímios, ou primata inferiores, como os társios, os gálagos, os lémures, e os antropóides ou primatas superiores, como o homem (um hominídeo), os pongídeos  e os macacos. Prossímio, significa "quase símio" ou "antes dos símios".
Hominídeo: Família de mamíferos primatas, que inclui, modernamente,  apenas um género (homo) e uma espécie, a do homem. (No campo evolutivo, teríamos de incluir os australopithecus, os paranthropus e os homo)

Hominóide: O conjunto dos hominídeos, dos pongídeos e dos gibões + siamangas.
Pongídeos:
Um termo pouco ouvido, aplicável aos actuais 5 grandes símios sobreviventes:
2 africanos: Chimpanzé (o vulgar Pan troglodytes e o o chimpanzé pigmeu ou bonobo, Pan paniscus,
) e os gorilas (o gorila das planícies  ocidentais, Gorilla gorilla gorilla, o gorila das planícies orientais, Gorilla gorilla graueri, e o gorila-da-montanha, Gorilla gorilla beringei)
3 asiáticos: Gibões (compreendendo  9 a 11 espécies do género Hylobates), o siamanga, que para muitos é um gibão, e o orangotango (Pongo Pygmaeus).

O gibão é o mais pequeno dos símios, caracterizado sobretudo por ter braços muito longos, e há quem não separe os gibões dos siamangas (Hylobates Simphalangus syndactylus), de maior corpulência e que têm um saco vocal inflável (insuflável) , com o que conseguem emitir sons a longa distância.

Notar o saco, debaixo do pescoço, deste  siamanga, no jardim zoológico de San Diego. Como os gibões vulgares, tem braços muito longos e fortes.

Os extintos gigantopithecus ( Big Foot, Pés-Grandes e Abomináveis Homens-das-Neves, que há quem afirme ainda existirem e terem visto) eram pongídeos.
Curiosidade: Em Génesis 6:4, na Bíblia, pode ler-se :" Havia então gigantes na terra... "
Que gigantes seriam estes?


"Orangotango" (cientificamente Pongo pygmaeus) deriva do  Malaio Orang Hutan significando homem da floresta.

O termo Pongo é aplicado, como nome vulgar, ao orangotango, o único símio que adoptou uma vida essencialmente arborícola.


Até princípios do século XX havia uma grande confusão acerca da classificação e comportamento dos grandes símios, sendo todos chamados orangotangos, e o chimpanzé pigmeu bonobo, até 1929, era considerado um pigmeu (humano) africano.
Os símios eram considerados feras agressivas e perigosas e, nesta falsa assunção, surgiram filmes como o do gorila "King Kong".
Na gravura temos sucessivamente: Um orangotango, um chimpanzé, um gorila macho de dorso prateado, e um gibão.
(Não estão à escala relativamente uns aos outros. Na gravura humorística, em baixo, estão mais à escala)


Pongídeos, por ordem figurativa: Orangotango, Chimpanzé, Gorila e Gibão
A relação  de parentesco aos humanos é, por ordem decrescente: o chimpanzé, o gorila, o orangotango e, por fim, o gibão

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Cenário:
Ano de 4050 dC, Museu de Antropologia, Simiolândia
Sucessivamente, um gibão, um chimpanzé, um orangotango, um gorila, e  fóssil de Homo sapiens sapiens.

DESASTRE: De 2001 a  2004,  80% dos gorilas do parque em Lengue- Lengue, República do Congo, um dos últimos redutos onde vivem, foram dizimados pelo vírus Ebola.

HOMEM = 3º Chimpanzé?

As análises de ADN sugerem um  parentesco tão forte entre o chimpanzé e o homem (com um DNA de 98 a 99% comum, embora os chimpanzés tenham 48 cromossomas e os humanos apenas 46) que há quem diga que o homem é a terceira espécie do chimpanzé.

(Há o chimpanzé comum, ou Pan troglodytes, no oeste e África Central, e o Bonobo ou chimpanzé pigmeu ou Pan paniscus, encontrado nas florestas da República Democrática do Congo).


Há estudos que indicam que o homem moderno (também chamado Homem neantrópico) continua, física e mentalmente, a alterar-se o que o transportará ao "Homo Futurus". Por exemplo, os seus maxilares estão a encolher, a um rítmo diferente da dos dentes. Para onde irá levar o homem esta lenta evolução, é uma incógnita que perturba os cientistas, mas que poderá ser provavelmente alterada, num futuro distante, por engenharia genética.

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Act 0403081515