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| Em áreas mais pobres limítrofes
de Lourenço Marques, assim como em pequenas aldeias indígenas do
interior, aparecem palhotas ou cubatas, redondas ou quadrangulares, com
o telhado feito de capim (colmo) e as paredes feitas de ramos de árvore,
geralmente depois forradas de caniço ou colmo.
Algumas aldeias indígenas, eram circundadas por uma paliçada, por vezes espinhosa, que protegia os habitantes de ataques de inimigos e de animais selvagens.
Similar tipo de habitação também é usada em zonas de turismo
rural mas, neste caso, as paredes da cubata são mais robustas feitas de
argamassa e pintadas, com janela e porta modernas, por vezes com
mais de uma divisão e sanitários, tendo um tecto mais elevado e de
melhor qualidade, para maior comodidade e segurança dos utentes. |
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Muito para o interior, onde a sombra da civilização raramente pairou, podiam-se encontrar palhotas muito rudimentares, como a da foto ao lado, em que para nelas entrarem as pessoas se tinham de agachar. |
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Historial
do Museu da Historia Natural (Museu Álvaro Cabral).
Ler NOTA Outrora o edifício era propriedade do cônsul da Holanda e estava incluído no recito do Jardim Tunduru (Jardim Vasco da Gama). Em 1928 o Museu da Historia Natural passou a alçada do Liceu 5 de Outubro (Escola Secundária Josina Machel) e a direcção passou a ser exercida pelos professores que leccionassem as disciplinas de Ciências Biológicas ou Física-Quimica. Em 1932 o governador-geral de Moçambique coronel José Cabral transferiu o Museu da Historia Natural da Vila Jóia para a presente localização, na Praça das Descobertas (Praça Travessia do Zambezi). |
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As actuais instalações do
Museu da Historia Natural foram inicialmente concebidas para uma escola
primária que nunca funcionou como tal. Em 1932 o Museu Provincial passou
a chamar-se Museu Dr. Álvaro de Castro pela portaria nº 1841. Em 1957 o Museu da Historia Natural deixou de estar sob a alçada do Liceu Nacional Salazar (Escola Secundária Josina Machel) e passou a depender da Direcção dos Serviços de Instrução Pública pelo decreto nº 41472. Em 1959 à 1974, o Museu da Historia Natural esteve sobre a direcção do Instituto de Investigação Científica de Moçambique assumindo a direcção do museu o director do instituto. O Museu da Historia Natural é dirigido, desde 1979, pelo Dr. Augusto Cabral. |
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Museu Álvaro Cabral,
1º andar (1950) |
Museu Álvaro Cabral,
r/chão, (1950) |
Museu Álvaro Cabral,
r/chão, (1950) |
| O Museu tem uma diversificada colecção de insectos, como o chariesthes bella ilustrado ao lado, mamíferos, aves, peixes, conchas, artesanato indígena, etc. | ![]() |
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Jardim Vasco da Gama e
edifício do Rádio Clube de Moçambique (1950). Vasco da Gama public gardens and the building of the famous Radio Clube of Mozambique |
Lago com cisnes. |
Vista do Bairro da
Maxaquene e da cidade baixa e Baía do Espírito Santo (1950). |
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Hotel Polana, e sua
piscina privada |
Piscina do Grupo Desportivo. |
Hotel Cardoso, não
longe do Museu, e |
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| Praça António Enes e Baía
do Espírito Santo com o cais de onde, também, partem barcos para o
Catembe, na outra margem da Baía. (1950) António Enes Square and Espírito Santos' s Bay. From here ferry-boats leave for Catembe. |
Cais Gotjão e
Caminho de Ferro |
Vista da Praça 7 de Março e parte baixa da cidade (1950). General view of the 7 de Março's Square and part of downr own. |
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Act. 1408060821