Menstruação, masturbação, Ponto G, posições sexuais    (Página 10 de 12)

 

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1) Sexo e Sociedade
2) Sexualidade e Escola
3) Quando começar.
 Virgindade real e falsa.
 Cancro  uterino.
    
4) Genitais femininos.
 Cancro genital e das mamas
5) Genitais masculinos.
 Cancro da próstata.
6) Gravidez, contracepção,
 aborto, preservativos.
7) A Reprodução, causas de infertilidade
8) Doenças e disfunções
 sexuais.
9) Sexo oral, coito anal,
  homossexualidade.
10) Menstruação, pensos,
 masturbação, Ponto G.

posições sexuais.     «---
11) Glossário: A a P
  Afrodisíacos.... Pedofilia
12) Glossário: Q a Z
 Sadismo ... SIDA... vulva

Masturbação

Masturbação é uma actividade que implica o estimular de zonas erógenas para obter prazer  sexual que, dependendo de características individuais, podem ser qualquer parte do corpo e não só os órgãos genitais.

A masturbação tanto pode ser um acto individual íntimo como pode envolver terceiros, em que a interacção entre indivíduos, pode ser heterossexual, bissexual ou  homossexual.

É mais vulgar que, no homem, seja estimulado o pénis e, na mulher, o clítoris (clitóride ou clitóris ou clit) e/ou os seios ao ponto de se atingir o orgasmo, por meios que não sejam através do coito, portanto à mão ou por meios mecânicos com geringonças (tais como vibradores e colares de bolas, simuladores de órgãos genitais masculinos e femininos, de plástico ou outro material, estáticos ou vibratórios, etc) à venda em lojas especializadas, ou ainda por sexo virtual por computador, com o uso de emuladores de órgãos genitais, muito sofisticados.

HUMOR: O Joãozinho foi visitar uma quinta de recolha de leite de vaca, por máquina, e teve uma ideia brilhante. Apanhando-se sozinho foi buscar uma máquina, enfiou um dos extractores no pirilau, carregou no botão que dizia «Ligar» e deleitou-se com o resultado até que chegou ao fim desejado. Aqui, carregou no mesmo botão e ... nada, a máquina continuou a sugar. Procurou, procurou e não encontrou qualquer outro botão para a desligar até que a sua atenção foi chamada para um pequeno letreiro que dizia: «Pára automaticamente aos 15 litros».

A masturbação é muito vulgar na adolescência e na puberdade. Na realidade, quase todos os indivíduos, crianças ou adultas, do sexo masculino ou feminino, a praticam  pelo menos ocasionalmente, sendo fisicamente considerado normal e não pernicioso se não abusado, isto é, se no mínimo não provocar olheiras, cansaço geral ou dores nos órgãos estimulados.

A masturbação também é chamada auto-excitação, ipsação ou onanismo. Este último termo (derivado de Onan, personagem bíblica) é igualmente usado para definir qualquer forma de coito interrompido voluntariamente na esperança de se evitar uma fecundação.

Um lado bom da masturbação é que ajuda uma virgem que se excitou, a não perder  a sua  virgindade (desde que não introduza unhas, dedos ou objectos que possam danificar o hímen) e pode ajudar  os jovens a prepararem-se para a vida sexual e a conhecerem melhor a sua sexualidade.

É um substituto para o coito quando este está,  por  motivo físico ou moral, inacessível, e há quem prefira a masturbação a uma relação íntima com um parceiro.

Por vezes, nos adultos, a masturbação torna-se uma compulsão exibicionista e um «atentado ao pudor»  de terceiros, ou seja, há masturbação ostensiva  frente a terceiros, muitas das vezes crianças.

Masturbação, sexo virtual, e Internet:

Não é raro a masturbação ser espoletada não só por pensamentos eróticos, mas como uma consequência do acesso telefónico a entidades especializadas em conversas eróticas, ou visita a sites da Internet com fotos e histórias pornográficas e  que podem transmitir, «ao vivo», vídeos eróticos.

Muitos  chatrooms na Internet, expõem adolescentes ao fenómeno de sexo virtual ou cibersexo e que, na maioria das vezes, não passa de uma brincadeira  inconsequente ou poderá ocasionalmente degenerar em masturbação devido à estimulação verbal dada por troca de palavras e de sons evocando prazer sexual.

Mas o poder persuasivo de palavras bem escolhidas, por um predador sexual, pode ser devastador, e nestes chatrooms, os intervenientes, protegidos e desinibidos pelo anonimato e ausência dum  «frente a frente visual», tornam-se mais atrevidos, tomando frequentemente decisões e usando uma fraseologia que, na vida real, não tinham coragem de assumir.

Os chatrooms  são um fácil e fértil campo de pesca de adolescentes incautos, que são facilmente convencidos a participarem num encontro real off-line que, a dar-se, regra geral acaba em desastre para o adolescente, não raramente em violações, abuso sexual continuado, e assassinatos.

Curiosidade:
Tivemos (Janeiro de 2004) a decisão da Microsoft de descontinuar vários dos seus chatrooms, com a alegação de estarem a ser usados para fins abusivos, sobretudo de adultos sobre crianças.

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Menstruação (também dita «a visita», o período, as regras, o mênstruo), e o ciclo ovárico

Quando uma menina nasce, em cada ovário há para cima de um milhão de folículos primários em estado latente (cada um com um oócito primário percursor do oócito I e este do oócito II ou óvulo) que vão morrendo (ou são absorvidos) nos ovários em enormes quantidades até à puberdade (por esta altura terá apenas umas centenas de milhar), e daí em diante mais lentamente. Durante a vida reprodutiva da mulher, esta apenas produz 4 a 5 centenas de óvulos, que é da ordem de grandeza do número de ovos que uma galinha põe ao longo da sua vida como poedeira. 

A partir de certa altura, que marca o início da adolescência, o ciclo mensal é iniciado por duas zonas do cérebro, o hipotálamo e a hipófise ou glândula pituitária, na base do hipotálamo:

O hipotálamo segrega a neuro-hormona, a GnRH (Gonado tropic Releasing Hormone) que actua sobre  a hipófise que, por sua vez, liberta duas hormonas gonadoestimulinas, a foliculoestimulina (FSH),  que estimula o desenvolvimento de folículos ováricos, e a luteoestimulina (LH), que estimula a ovulação.

O ciclo ovárico divide-se em três fases sucessivas:

1- Folicular  em que se dá início ao amadurecimento de cerca de 24 folículos primários e libertação de estrogénios pelo ovário, que coincide inicialmente com o derrame do sangue menstrual antigo, e a formação de nova e espessa camada de sangue na cavidade uterina.

Os folículos, que sobreviveram nos ovários, sob controlo da hipófise vão amadurecendo até um deles se transformar num folículo de Graaf que contem um oócito II e uma certa quantidade de fluído. Rompendo a parede do ovário, é expelido e capturado pelas fímbrias do pavilhão das trompas de Falópio, descritas na página 4.
O padrão mais vulgar é produzir-se um oócito II por ciclo menstrual de uma maneira alternada entre os ovários, ou seja, cada ovário libertar um óvulo de dois em dois meses, mas há  excepções em que podem aparecer mais do que um óvulo, quer de um só ovário quer dos dois ovários, dando a possibilidade de nascerem gémeos falsos.

O «furo» por onde saiu o óvulo cicatriza, deixando um nódulo rugoso e detectável na parede do ovário. Contando estes nódulos é possível ter-se uma ideia do número de ciclos menstruais que uma mulher teve.

2- Ovulatória em que há uma grande alteração nos níveis de estrogénios (estrogénios é uma designação que abrange várias hormonas de efeitos semelhantes) e a libertação do oócito II ou óvulo).
Após a ovulação, o
folículo de Graaf degenera no corpo amarelo (corpo lúteo ou corpus luteum),

3- Luteínica em que o corpo lúteo liberta progesterona que aumenta a afluência de sangue ao endométrio (revestimento uterino). Se houver fecundação o corpo lúteo continua activo por uns  5 a 6 meses, parando o processo que levaria a uma menstruação e assegurando uma alteração uterina favorável à gravidez ou, se não houver fecundação, degenera no corpo branco ou nódulo esbranquiçado (corpus albicans), passados uns 10 dias, e o processo levando à menstruação continua.

Nota: Em rigor chama-se óvulo, ao oócito II se este tiver sido penetrado pela cabeça de um espermatozóide durante o processo inicial de fecundação, mas frequentemente chama-se óvulo ao oócito II. Depois de dar-se a fecundação, com a fusão dos pronúcleos do espermatozóide e do óvulo, este passa a chamar-se ovo ou zigoto e depois, por sucessivas divisões, mórula, e depois blastocisto (composto do blastocélio e do trofoblasto) que irá gerar o embrião

Ciclo menstrual

Notas:
a) As concentrações hormonais e o tamanho das células e dos órgãos envolvidos são bastante diferentes entre si, pelo que, no gráfico, não estão à escala!
b) O período fértil indicado, para um ciclo de 28 dias, toma em consideração a incerteza do dia de ovulação (dois a 3 dias), a sobrevivência de um óvulo expelido (1 ou 2 dias) e a sobrevivência dos espermatozóides (cerca de 5 dias) dentro do útero. O período mais curto, referenciado em alguns livros, vai do 11º ao 16º dia. (Ver método contraceptivo de Ogino, página 6)
c) Os estrogénios estimulam o aparecimento de sangue no endométrio, e a progesterona a que ele se mantenha lá.  

Em resumo, o cérebro, o ovário e o útero trocam sinais químicos entre si, (feedback) que permitem o controlo dos ciclos ovárico e menstrual, com a interacção das hormonas pituitárias, e das hormonas  produzidas pelo ovário (estrogénios e progesterona) e pelo útero. A menstruação, é uma perda sanguínea, e dá-se porque o óvulo libertado pelo ovário não foi fecundado por um espermatozóide, e as camadas superior e intermédia do  endométrio (a mucosa interna do útero onde o ovo fecundado se aninharia em caso de gravidez), desfazem-se, e são expulsas como parte do sangue menstrual, enquanto que a camada inferior, ou basal, do endométrio se mantém, e irá recompor as camadas perdidas.

O sangue menstrual muda de cor ao longo do período menstrual, de mais escuro para mais claro, e depende igualmente do facto de uma mulher já ter tido, ou não, filhos. Neste último caso tende a ser mais escuro, espesso e com mais forte odor.
O sangue menstrual contém eritrócitos, células do endométrio, muco cervical, enzimas e células vaginais.

Menarca e menopausa Ver página 6 sobre puberdade e adolescência.

O percurso da vida reprodutiva duma rapariga, vai da menarca à menopausa. Em muitas sociedades a "menina" é considerada mulher  com o aparecimento da primeira menstruação (menarca) algures na transição da puberdade para a adolescência, entre os 9 e os 16, um a dois anos após o início do desenvolvimento dos seios, e a sua capacidade reprodutiva acaba  por volta dos 45-55 anos com a menopausa em que se dá a cessação definitiva da menstruação e da ovulação. A menstruação, é o primeiro indicador rudimentar para alertar se houve ou não uma fecundação.
A menarca e a menopausa podem aparecer fora daquela zona etária, e serem muito irregulares e traumáticas física e psicologicamente.

A menstruação natural ocorre usualmente com intervalos de 21 a 40 dias,  não tanto em cada 28 dias como geralmente acontece quando é "controlada" artificialmente por meios químicos anticoncepcionais.

O sangue menstrual dura de 1 a 7 dias, sendo mais usual 4 ou 5 dias. O volume de sangue perdido vai de 30 a 80 ml.
A menstruação está ausente durante a gravidez ( há casos anormais de instabilidade no início da gravidez) e muitas vezes durante o período de aleitamento.

O primeiro dia em que surge o sangue menstrual é considerado o 1º dia do ciclo. A ovulação dá-se a meio caminho do ciclo. Será aproximadamente o 14º dia num ciclo de 28 dias.
 

É possível engravidar-se antes da menarca ou após a menopausa?

Como foi explicado mais acima, os ovários e o útero são parte de um sistema de controlo  em anel fechado, isto é, há troca de informação entre todos os seus elementos a fim do organismo saber como se está a processar cada estágio. A cadeia de informação começa no hipotálamo, é passada à hipófise, depois aos ovários e destes ao útero, de uma maneira muito complexa, pois é serial e paralela, mas permite que cada elemento da cadeia tenha um pequeno grau de liberdade de acção, que pode levar a um descontrolo.

Nota: Quando uma moça toma a "pílula" para efeitos contraceptivos (há casos em que é tomada por necessidade terapêutica de correcção do ciclo menstrual - antes ou depois da menopausa - ou no tratamento de certos tipos de acne, por exemplo), ela está a mistificar e a controlar à bruta o seu ciclo menstrual ao inserir na cadeia natural uma forte dose de, pelo menos, um elemento destabilizador que dá uma informação errada ao corpo.

É importante notar que na contracepção química, descritos na página 6 deste trabalho, (ver igualmente o site http://pt.wikipedia.org/wiki/Contracep%C3%A7%C3%A3o) o  elemento chave é um derivado da progesterona, uma hormona segregada pelo corpo lúteo nos ovários, e que o útero está na cauda deste sistema informativo em anel. Ao útero e ao óvulo que recebeu do ovário, competem dar a informação de ter havido, ou não, uma fecundação e, assim, encaminhar o corpo para uma gravidez ou para uma menstruação.

Em princípio durante um par de meses após a menarca, existe menstruação sem esta ter sido precedida de ovulação de um óvulo fecundável, ou, ainda, pode ter havido uma ovulação válida mas não há ainda um controlo normal do processo reprodutor que possa levar a uma gravidez, por isso acredita-se que não é possível uma moça engravidar antes de uma primeira menstruação.

A verdade é que pode ter havido uma ovulação fecundável antes de um perceptível primeiro mênstruo, e se houver fecundação... não há, normalmente, menstruação! Por isso é possível uma jovem moça engravidar antes de lhe ter sido detectada a primeira menstruação. (Ver página 6 alguns casos precoces de engravidamento, e ver http://en.wikipedia.org/wiki/Menarche)

É igualmente possível uma mulher  ter hemorragias vaginais estando grávida, ou faltar-lhe a menstruação e não estar grávida, ou engravidar depois de uma errática ou aparente menopausa.

Alguns possíveis efeitos secundários e/ou anomalias do período menstrual

1) Psicológicos: irritabilidade, depressão, ansiedade, fatiga, dor de cabeça, perda de desejo sexual (libido), concentração reduzida, etc
2) Físicos: inchaço das pernas, dos dedos, do abdómen, dos seios, aparecimento de nódulos nos seios e dor ao toque, dor abdominal, acne, alteração no funcionamento da bexiga e intestinal, activação de doenças como alergias, asma, enxaqueca, epilepsia, etc.
3) Consequências do exposto acima: problemas maritais e sexuais, atritos no trabalho e na escola, dificuldade de convívio em geral.
4) Amenorreia: Ausência da menstruação.
5) Dismenorreia: menstruação difícil e dolorosa.
6) Menorragia: períodos de muito sangue ou longos, que podem causar anemia ferropénica.
7) Oligomenorreia: menstruação escassa ou muito infrequente.
8) Sindroma cíclico ovárico: Perturbações pré-menstruais tais como irritação, depressão, dor nos seios e abdominais, etc.

Pensos higiénicos e tampões

Durante o período menstrual as raparigas ou as mulheres usam, modernamente, pensos higiénicos e/ou tampões, em substituição dos «paninhos» (toalhas pequenas) dos tempos das avós, para absorver o sangue menstrual. Os pensos colocam-se no interior das cuecas sobre a vulva.

Pensos e tampões

Os tampões, de feitio cilíndrico ou cónico, colocam-se dentro da vagina e são desenhados de modo a serem facilmente extraídos
Os tampões poderão originar infecções vaginais, como o Síndroma do Choque Tóxico (SCT) e poderão não ser recomendados para algumas virgens, por exemplo, com hímenes muito obstrutivos.

CUIDADO: A prática, que se está a tornar vulgar entre adolescentes, do uso de «tampões»  como preservativos de barreira física, é muito perigosa! Quem brinca com o fogo ...

Sexo durante a menstruação?

A maioria das pessoas evita sexo vaginal neste período pouco higiénico. Outras pessoas usam este período como um outro método contraceptivo já que a probabilidade de uma gravidez nestas circunstâncias é pequena, mas ... nunca fiando! 

Higiene durante este período.

Depende muito dos hábitos pessoais, familiares e tabus sociais. Ou a vida decorre mais ou menos na mesma ou a menstruada se abstém de  tomar banho, etc. Em certas sociedades, neste período, a mulher é considerada "impura" e afastada do convívio com outros.
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O Ponto G

Existe uma grande controvérsia sobre a existência ou não de tal ponto erótico interno referenciado em 1940 por um ginecologista alemão, Ernst Grafenburg. No homem é sugerido ser a  próstata e, na mulher, zonas da uretra ou da parede anterior (de cima) do canal vaginal mais próximo da entrada vaginal do que do útero. (1/3 para 2/3, aproximadamente, do comprimento do canal.)

Curiosidade

Quando o Dr. Meloy, de Carolina do Norte, em princípios de 2001 tentou um implante dum eléctrodo junto à espinha de uma doente sofrendo de dores crónicas nas costas, a fim de adormecer o nervo que provocava o sofrimento, notou que a recém operada começou a gemer de prazer orgástico, e patenteou o dispositivo para esse fim! Recorde-se que a acção estimulante do Viagra (e de outros produtos), nos homens, também foi uma descoberta do acaso.

Apareceu no mercado (Janeiro 2004), por exemplo, um aparelho electrónico que é ligado aos tornozelos das mulheres e é «garantido» provocar orgasmos!

Posições para o acto sexual

São inúmeras e bem documentadas em livros sobre sexualidade, filmes, etc. Muitas das más recordações da «primeira vez» numa mulher têm a ver com falta de lubrificação e/ou com uma posição  não adequada.

Os parceiros sexuais deverão procurar a posição mais favorável a ambos. Este é um site educativo dedicado a adolescentes e, por isso, aqui só se vão referenciar duas dessas posições, por razões muito específicas:

1- Posição do Missionário: É a posição mais «civilizada, romântica» e popular. Nesta posição o homem está por cima e a mulher, por baixo, normalmente de costas para baixo e pernas dobradas e entreabertas.

Posição do Missionário

É assim chamada por ter sido a posição imposta  pelos missionários e autoridades eclesiásticas, no passado, aos povos colonizados, pois acreditavam que nesta posição havia uma maior probabilidade de fecundação.

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 aborto, preservativos.
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8) Doenças e disfunções
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  homossexualidade.
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A posição da vagina nos mamíferos varia muito: ou está perto do anus, ou situa-se mais no ventre.

2- Posição «sobre os quatro membros», em que a penetração vaginal se faz por trás, é a mais natural no caso humano porque, no homem, a secção mais saliente da  uretra, na curvatura da base do pénis, e os testículos roçam mais facilmente no clítoris, excitando-o.

Sobre os quatro
«Sobre os quatro»

O clítoris (ver página 4), é um órgão muito erógeno, está relativamente longe da entrada vaginal, parcialmente protegido pelo prepúcio, e a um ângulo pouco favorável a ser estimulado pelo pénis, na posição do missionário. 

(Fim da página 10)
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Act, 2710070713